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    <title>DSpace community: REPOSITÓRIO DE TESES E DISSERTAÇÕES SOBRE EDUCAÇÃO NÃO-ESCOLAR E JUVENTUDE</title>
    <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/56</link>
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      <title>The community's search engine</title>
      <description>Search the Channel</description>
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      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/simple-search</link>
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    <item>
      <title>Educação Não-Formal e Políticas Públicas para o Fortalecimento da Democracia: O processo de capacitação das Agentes Comunitárias de Saúde e das Agentes de Proteção Social, da Prefeitura de São Paulo, em educação ambiental associada à saúde.</title>
      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/2753</link>
      <description>title: Educação Não-Formal e Políticas Públicas para o Fortalecimento da Democracia: O processo de capacitação das Agentes Comunitárias de Saúde e das Agentes de Proteção Social, da Prefeitura de São Paulo, em educação ambiental associada à saúde. authors: CASALI, Alípio; MANHAS, Cleomar Souza
&lt;br&gt;abstract: A pesquisa Educação Não-Formal e Políticas Públicas para o Fortalecimento da Democracia: O processo de capacitação das Agentes Comunitárias de Saúde e das Agentes de Proteção Social, da Prefeitura de São Paulo, em educação ambiental associada à saúde objetivou a verificação da utilização de processos de educação não-formal na implementação de políticas públicas sociais, visando perceber se procedimentos dessa natureza contribuem para o amadurecimento da democracia, aqui entendida como democracia participativa, na acepção crítica dos processos participativos, ou seja, a participação da comunidade favorecendo a emancipação social e o conseqüente posicionamento da Sociedade frente ao Estado. Os métodos de pesquisa foram semiparticipativos, pois compartilhamos da primeira fase, ou fase de implementação do projeto, além de realizarmos entrevistas e análise documental. O nosso horizonte teórico baseou-se na proposta de emancipação do terceiro pilar de sustentação da modernidade, ou seja, a Comunidade, de acordo com Boaventura de Sousa Santos; a possível construção da Ética da Libertação, de acordo com Enrique Dussel e a conscientização comunitária proposta por&#xD;
Paulo Freire.
&lt;br&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 29 Oct 2007 22:58:59 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Religião, sociedade e educação: a atuação do padre Demócrito Mendes de Barros em Serrinha(BA): 1950 - 1992</title>
      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/2752</link>
      <description>title: Religião, sociedade e educação: a atuação do padre Demócrito Mendes de Barros em Serrinha(BA): 1950 - 1992 authors: PILETTI, Nelson; SANTOS, Gildenor Carneiro dos
&lt;br&gt;abstract: Trata-se de uma pesquisa histórica sobre um padre que também foi professor, que procura&#xD;
mostrar que ele atuava organizando grupos sociais, como, por exemplo, o Sindicato dos Trabalhadores Rurais e a Cooperativa Mista dos Agricultores de Serrinha, porque era educador.&#xD;
Tem por objetivos: 1) identificar as contribuições do padre Demócrito Mendes de Barros para a sociedade serrinhense, na Bahia; 2) verificar a presença de características educativas em suas ações; 3) registrar as alterações sociais ocorridas entre 1950 e 1992 na cidade; 4)verificar a relação entre alterações sociais e ações educativas do padre Demócrito. Na fun&#xD;
damentação teórica, com leituras principalmente de obras de Celso de Rui Beisiegel, Paulo Freire e Luiz Eduardo Wanderley, procura identificar quais são as características de educador, diferenciando-o do profissional professor; tece algumas considerações sobre movimentos sociais e sobre a influência da Igreja Católica nos movimentos sociais no Nordeste. Procura responder à pergunta se os múltiplos papéis desempenhados por Demócrito Mendes de Barros na sociedade serrinhense, na Bahia, atuando como padre, como organizador social e como professor, são expressões da personalidade do educador. Foi utilizada história oral,&#xD;
complementada com fontes documentais, jornalísticas e iconográficas. Como resultados mostra o papel significativo que têm os educadores para a organização da sociedade, bem como para as transformações sociais, mostra uma série de características de educadores, apresenta algumas conclusões sobre a maneira como atuam os educadores, além de significa tivos registros de história da educação em Serrinha-BA e contribui para que se compreenda a inserção de Demócrito Mendes de Barros na trajetória política-partidaria dos grupos dominantes no município.
&lt;br&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 29 Oct 2005 22:58:59 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>"Não tá morto quem peleia": a Pedagogia Inesperada nos Grupos de Idosos.</title>
      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/2751</link>
      <description>title: "Não tá morto quem peleia": a Pedagogia Inesperada nos Grupos de Idosos. authors: CAMPOS, Rogério Cunha de; MOTTA, Alda Britto da
&lt;br&gt;abstract: Este trabalho documenta e analisa as atividades em programas ou grupos "de convivência" de idosos de ambos os sexos e diferentes classes sociais em Salvador, Bahia, com atenção ao que estão sendo as propostas, em que extensão elas estão sendo seguidas e algumas das conseqüências principais desse encontro coletivo de mulheres e homens.&#xD;
Foram estudados quatro diferentes tipos de grupos ou programas. Três organizados e um informal - um grupo de homens que se encontra regularmente numa praça de bairro. Apenas um grupo, o mais formalmente organizado, reúne idosos de classe média ou alta, os outros congregando idosos das classes populares de Salvador. Esses grupos constituíram o foco tanto de observação participante como de entrevistas longas e individuais, em número próximo de 100, incluindo participantes, professores e coordenadores.&#xD;
Concluo, neste trabalho, que esses grupos ou programas são inovadores, tanto no propor atividades educativas/culturais para idosos, como, e sobremodo, em lhes oferecer um "espaço" onde a sociabilidade extra-familial está podendo se desenvolver. Tudo isso contribuindo para forjar uma nova identidade coletiva de idosos que, embora ainda incipiente, promete futuras conseqüências de ordem social e política.
&lt;br&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 29 Oct 1998 22:58:59 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>"Não tá morto quem peleia": a Pedagogia Inesperada nos Grupos de Idosos.</title>
      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/2751</link>
      <description>title: "Não tá morto quem peleia": a Pedagogia Inesperada nos Grupos de Idosos. authors: CAMPOS, Rogério Cunha de; MOTTA, Alda Britto da
&lt;br&gt;abstract: Este trabalho documenta e analisa as atividades em programas ou grupos "de convivência" de idosos de ambos os sexos e diferentes classes sociais em Salvador, Bahia, com atenção ao que estão sendo as propostas, em que extensão elas estão sendo seguidas e algumas das conseqüências principais desse encontro coletivo de mulheres e homens.&#xD;
Foram estudados quatro diferentes tipos de grupos ou programas. Três organizados e um informal - um grupo de homens que se encontra regularmente numa praça de bairro. Apenas um grupo, o mais formalmente organizado, reúne idosos de classe média ou alta, os outros congregando idosos das classes populares de Salvador. Esses grupos constituíram o foco tanto de observação participante como de entrevistas longas e individuais, em número próximo de 100, incluindo participantes, professores e coordenadores.&#xD;
Concluo, neste trabalho, que esses grupos ou programas são inovadores, tanto no propor atividades educativas/culturais para idosos, como, e sobremodo, em lhes oferecer um "espaço" onde a sociabilidade extra-familial está podendo se desenvolver. Tudo isso contribuindo para forjar uma nova identidade coletiva de idosos que, embora ainda incipiente, promete futuras conseqüências de ordem social e política.
&lt;br&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 29 Oct 1998 22:58:59 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Metaforizando a vida na terra: um recorte sobre o caráter pedagógico do Teatro-Fórum e sua mediação nos processos de transição agroecologica e cooperação em Rio Grande-RS</title>
      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/2749</link>
      <description>title: Metaforizando a vida na terra: um recorte sobre o caráter pedagógico do Teatro-Fórum e sua mediação nos processos de transição agroecologica e cooperação em Rio Grande-RS authors: RIBEIRO, Marlene; CASTELL, Cleusa Helena Guaita Peralta
&lt;br&gt;abstract: Este estudo aborda o papel da arte como instrumento social, vinculada ao trabalho e&#xD;
à necessidade de dar voz a quem sofre qualquer tipo de opressão. A presente&#xD;
pesquisa, cujos antecedentes situam-se no campo da educação ambiental, insere-se no campo da educação de inspiração popular, uma abordagem sobre a Pedagogia do Oprimido (Paulo Freire) e do Teatro do Oprimido (Augusto Boal), e promove a reflexão sobre a dialética opressor-oprimido nos dias atuais. Traz como proposta de trabalho os desafios da educação estética do cotidiano, no campo do ensino das artes, em resposta à expropriação da capacidade de metaforizar a vida. Para tanto, busca compreender em Vygotsky o conceito de imaginação como base da produção simbólica, condição para a criação de metáforas, desautorizada pela escola.&#xD;
Voltando-se para os sujeitos do campo, especialmente, incorpora dois eixos&#xD;
temáticos de análise: a arte como ferramenta metodológica (forma) e a transição&#xD;
agroecológica (conteúdo). Entre os três grupos-sujeitos escolhidos, destaca os&#xD;
agricultores-pescadores da Ilha dos Marinheiros (Rio Grande, RS) e sua inserção&#xD;
num determinado modelo de desenvolvimento rural, frente à transição agroecológica&#xD;
para a agricultura familiar. A agroecologia, uma ciência em construção, aparece como área de conhecimento central para o trabalho, despontando como alternativa ao modelo dominante de desenvolvimento, eminentemente agroexportador. São confrontados dois conceitos do ponto de vista da agricultura em transição agroecológica: o desenvolvimento sustentável e a emancipação humana.&#xD;
Finalmente, apresenta a linguagem popular do Teatro-Fórum, enquanto ferramenta metodológica capaz de mediar as narrativas dos sujeitos de pesquisa para a recriação da própria realidade. O esforço teórico sobre uma das reflexões centrais deste trabalho, a emancipação humana, apresenta-se de forma articulada com o seu corpus empírico, que expõe e procura compreender as narrativas dos grupossujeitos, especialmente nas performances de teatro. São apresentadas quatro performances de Teatro-Fórum e uma de Teatro-lmagem, acompanhadas de sua análise categorial.
&lt;br&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 29 Oct 2006 22:58:59 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Formas de transmissão de conhecimentos entre os Tariano da região do rio Uaupés - AM.</title>
      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/2748</link>
      <description>title: Formas de transmissão de conhecimentos entre os Tariano da região do rio Uaupés - AM. authors: ATHIAS, Renato Monteiro; FONTOURA, Ivo Fernandes
&lt;br&gt;abstract: Esta dissertação versa sobre as formas de transmissão de conhecimentos entre os Tariano da região do rio Uaupés. Nas últimas décadas ocorre, na região, um processo de&#xD;
revalorização dos conhecimentos tradicionais. Esse trabalho busca identificar, analisar e discutir a importância dos mesmos no contexto atual, trazendo informações dos diferentes processos de trocas de conhecimentos que os povos indígenas adotavam antes da implantação&#xD;
da educação escolar na região. Os Talyáseri, assim, como outros povos indígenas da região do alto rio Negro, conforme habitam as margens dos rios Uaupés e Papuri (este último afluente do primeiro) e a sua ocupação é "cheia de episódios guerreiros, de lutas com os Tukano". Atualmente os Talyáseri estão presentes em vinte e cinco povoados, três deles no rio Papuri e o restante nas margens: direita e esquerda do rio Uaupés. Cada um desses povoados representa um clã patrilinear, posto que reconhecem uma origem comum. As relações de&#xD;
parentesco vinculadas aos traços agnáticos e de afinidade no meio cultural constituem o&#xD;
essencial na identidade dos Talyáseri. Os conhecimentos tradicionais indígenas estão&#xD;
vinculados ao contexto social, político, econômico e cultural vivenciado pelos Talyáseri, razão pela qual a construção do conhecimento se deve àquele ambiente específico onde se encontra inserido um determinado povo, seja ele, indígena ou não, com seus costumes, crenças e tradições. As visões de mundo, os mitos, a história, a noção da hierarquia dos clãs, das relações de parentesco, da territorialidade, a compreensão da fauna, da flora, o emprego&#xD;
das técnicas nas atividades de pesca, da caça, no cultivo, na construção de uma habitação, o uso de plantas medicinais, o emprego das substâncias analgésicas, a orientação nas constelações, nas cheias e vazantes dos rios, a implementação e uso dos instrumentos de danças, dos objetos ritualísticos, a fabricação de objetos de uso doméstico, das indumentárias, à culinária, às crenças ao mundo sobrenatural entre outros, são alguns dos conhecimentos que os Talyáseri portam. Se fossemos analisar cada um deles poderíamos identificar vários outros conhecimentos que se encontram interligados a eles. Os conhecimentos para poderem ser adotados tiveram que passar por um longo processo de observação, experimentação e a sua validade comprovada pelas formas de como cada um deles era aplicado pelos seus detentores.&#xD;
E compreendem desde àqueles relacionados à ecologia (etnoecologia), onde, o objeto de&#xD;
estudo se volta na relação do homem com o seu ambiente, que, por sua vez, abrange às&#xD;
técnicas de cultivo (manejo do solo), seleção genéticas de plantas, utilização de plantas estimulantes, medicinais e industriais entre outros, a eles a autora denomina do "saber etnobotânico". Além do mais, compõem o quadro do "saber etnozoológico": a captura de proteína animal, estratégias de caças, captura de proteína vegetal, os tabus alimentares e o&#xD;
conservadorismo. A partir desses pressupostos vários pesquisadores afirmam que "o conhecimento do ambiente ecológico, o tipo de adaptação e percepção da relação existente entre a vida animal e vegetal, e a humana" é um dos principais legados dos povos indígenas para a sociedade contemporânea. Através de uma pesquisa de campo realizada em Iauareté concluiu-se que o conjunto de saberes adotados e desenvolvidos pelos Talyáseri desde os seus&#xD;
ancestrais e continuamente renovados a cada geração constitui na percepção deles ao que&#xD;
chamamos aqui áepayekanipe. Para mostrar-se portador deste conhecimento a pessoa deve&#xD;
aprender todos os saberes relacionados ao seu clã como também para a sua subsistência,&#xD;
assim, um Talyáseri deve conhecer toda a diversidade de conhecimento que esteja vinculado à sabedoria dos seus antepassados para se manter a sua sobrevivência física, que dependendo do momento e do ambiente, eles traçam novas estratégias que graças ao senso de observação levantam hipóteses para em seguida serem testadas e se for comprovado o adotarão.
&lt;br&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 29 Oct 2005 22:58:59 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>SEMENTES E SABERES... Trocas e aprendizados com a cultura Guarani e a agroecologia.</title>
      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/2747</link>
      <description>title: SEMENTES E SABERES... Trocas e aprendizados com a cultura Guarani e a agroecologia. authors: FISCHER, Nilton Bueno; HECKLER, Jacimara Machado
&lt;br&gt;abstract: Esta dissertação é o relato de uma aproximação, dos encontros e dos saberes compartilhados a partir das sementes de milho preservadas e recriadas pelo povo Guarani e suas relações com redes agroecologicas. Partindo do registro etnográfico do encontro com a cultura Guarani na Aldeia de Itapuã/RS e Piraquara/PR e com agricultores agroecológicos, realizo uma reflexão sobre os potenciais educativos das sementes, do plantio e do reconhecimento da diversidade cultural e ambiental que (ainda) encontramos em nossos povos e ambientes.&#xD;
Tendo como principais referências Enrique Leff, Paulo Freire, Dan Baron e Boaventura de Souza Santos apresento meus caminhos de pesquisa, reflexões e buscas enquanto educadora e pesquisadora. Junto com estes autores inicio um diálogo em torno das sementes como elemento constituinte dos saberes ambientais que simbolizam a busca por modos de vida mais sustentáveis que resgatam e recriam culturas.
&lt;br&gt;</description>
      <pubDate>Sat, 29 Oct 2005 22:58:59 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Dez Anos De Educação Popular A Experiência Da Região Episcopal De São Miguel Paulista (1975-1985)</title>
      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/2746</link>
      <description>title: Dez Anos De Educação Popular A Experiência Da Região Episcopal De São Miguel Paulista (1975-1985) authors: BEISIEGEL, Celso de Rui; SANTOS, Maria Alice De Paula
&lt;br&gt;abstract: Trata-se de levantamento documental, de cunho sócio-educacional, que tem como objetivo analisar a apropriação pela equipe de subsídios da região episcopal de São Miguel Paulista, zona leste da cidade de São Paulo, das orientações da educação popular, da educação libertadora, da teologia da libertação, na elaboração dos subsídios para as comunidades eclesiais de base, os grupos de rua e as pastorais, no processo de implementação do Plano Pastoral de Conjunto da Igreja Católica, no período de 1975 a 1985. O trabalho demonstra que a experiência da equipe de subsídios, dos agentes de pastoral da região episcopal de São Miguel Paulista, mesmo considerando suas limitações, contribuiu para a educação popular e para a conscientização e, conseqüentemente, para a implementação da mudança de orientação da Igreja; além disso, contribuiu de forma expressiva para o processo de democratização do país e para a organização do movimento popular da região e da Grande São Paulo. Com base nas referências teóricas da educação popular, da&#xD;
educação libertadora e da teologia da libertação, a dissertação reconstitui a mudança da ação educativa e da ação social da Igreja Católica no Brasil; a concepção de&#xD;
educação popular desenvolvida pelos agentes de pastoral; a metodologia desenvolvida pelos teólogos da teologia da libertação; e, finalmente analisa 67 documentos elaborados pela equipe de subsídios da região estudada à luz das orientações estudadas.
&lt;br&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 29 Oct 2001 22:58:59 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>'Igreja Viva' Uma Análise da Dimensão Educativa da Ação Pastoral Popular da Arquidiocese da Paraíba (1966-1973)</title>
      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/2745</link>
      <description>title: 'Igreja Viva' Uma Análise da Dimensão Educativa da Ação Pastoral Popular da Arquidiocese da Paraíba (1966-1973) authors: SCOCUGLIA, Afonso Celso; GIACOMELLI, Gabriele
&lt;br&gt;abstract: No estudo da história da Educação Popular da Paraíba dos anos sessenta e setenta, objeto de várias pesquisas de uma das linhas de pesquisa do Mestrado em Educação da UFPB, registra-se uma grande atuação de pessoal ligado à Igreja Católica e envolvido em movimentos populares e campanhas de alfabetização. A própria Arquidiocese, animada pelas sugestões do Concilio Vaticano II (1962-1965) e pelos estímulos operativos oferecidos pelos bispos latino-americanos em Medellín (1968), se dedicou a um renovado trabalho de formação de sua base, procurando&#xD;
reduzir a distância (a da sua cúpula em particular) com o meio popular. Formação que, pela conjuntura da repressão militar, se tornou ponto de referência e lugar de resistência para a sociedade civil.&#xD;
A pesquisa apresenta, em sua conjuntura ecíesial e sócio-política, uma das iniciativas pastorais da Arquidiocese, no período do arcebispo Dom José Maria Pires: a chamada 'Ação Pastoral Igreja Viva' (1969-1973), que se propôs a divulgação de uma nova imagem de Igreja e a atuação de grupos na base que a encarnasse concretamente. Para dar conta disso, analisamos os documentos do Arquivo Eclesiástico da Arquidiocese e escutamos os depoimentos de alguns entre aqueles que vivenciaram a iniciativa pastoral, na cúpula e na base. Uma rica bibliografia nos ajudou depois a traçar o contexto e a problematizar o material coletado. Ao final, chegamos a construir esse relato que veio se definindo dividido em quatro partes, interligadas, mas bem diferentes entre si.&#xD;
Na primeira parte, apresentamos o próprio processo da pesquisa: de qual lugar social&#xD;
analisamos, qual o nosso ponto de vista,&#xD;
quais os pressupostos e quais os objetivos e as finalidades, apontando perguntas e escolhas. Na Segunda Parte, há a apresentação mais í específica da 'Ação Pastoral Igreja Viva', a partir do seu contexto, seus objetivos, as atuações, deixando amplo espaço aos documentos e aos depoimentos, cuja organização e seqüência foi&#xD;
'f pensada a partir de algumas questões abertas e de inquietações que afetam a Educação Popular.&#xD;
"í Como em uma digressão, mas fundamental para nós, a Terceira Parte deixa a palavra a um ;! grupo da base. Um grupo que os coordenadores da pastoral diocesana nos apontaram como grupo 'Vivo de Igreja'. Por meio deles aprendemos lições de estratégia e de pedagogia popular, ajudando-nos a olhar o período analisado por um outro olhar, original. Na Quarta Parte, enfim, umas considerações educativas. Não uma conclusão, mas um balanço. Balanço ao fim da pesquisa e balanço ao chegar a uma etapa da vida, na conclusão de um ciclo de estudos. Uma&#xD;
espécie de meditação diante do espelho, como educador, como sonhador, como pessoa desafiada a esperar e procurar rumos honestos e férteis para o amanhã.&#xD;
Quatro partes, e quatro linguagens diferentes. Como riachos que por diferentes percursos e correntezas chegam para enriquecer o mesmo rio, oferecendo suas águas. Na esperança de contribuir para nos tornarmos sempre mais humanos, educando-nos juntos.
&lt;br&gt;</description>
      <pubDate>Sun, 29 Oct 2000 22:58:59 GMT</pubDate>
    </item>
    <item>
      <title>Associação Comunitária Monte Azul: o paradigma antroposófico.</title>
      <link>http://www.biblioteca-acaoeducativa.org.br/dspace/handle/123456789/2744</link>
      <description>title: Associação Comunitária Monte Azul: o paradigma antroposófico. authors: BAPTISTA, Myrian Veras; ALVES, Doralice Veiga
&lt;br&gt;abstract: Esta dissertação tem como objetivo analisar as contribuições da prática desenvolvida pela Associação Comunitária Monte Azul, sediada no município de São Paulo, Zona Sul, Bairro Jardim Monte Azul.&#xD;
Optamos pela Monte Azul pelas evidentes inovações no trato da questão social, em seu sentido amplo - educação, saúde, formação profissional, geração de renda, arte e cultura, assistências jurídica e social - junto à população empobrecida, investindo na melhoria da qualidade de vida das pessoas no sentido de capacitá-las para o exercício de sua condição cidadã: autonomia e realização de seus direitos fundamentais.&#xD;
Nosso interesse em focar tal experiência deveu-se ao método utilizado pela Monte Azul - a Antroposofia - ciência espiritual elaborada por Rudolf Steiner (1861-1925). Essa ciência possui método eficiente para os desenvolvimentos individual e organizacional. Também, pensamos em contribuir para o debate paradigmático no Serviço Social.&#xD;
Hoje, a crise paradigmática sugere leituras da natureza, diferentes e complementares da proposta pela ciência clássica.&#xD;
Estimula explorarmos o conhecimento de nós mesmos, aqui e agora. Nos mostra a complexidade da realidade física, biológica e humana.&#xD;
A metodologia adotada foi a de traçar um desenho da Monte Azul, a partir de levantamentos dos projetos, dos princípios e pressupostos, das visitas aos núcleos da entidade, das entrevistas com colaboradores, dirigentes, moradores e ex-alunos, da leitura de documentos internos, elaborados&#xD;
pelos próprios colaboradores; e de trabalhos acadêmicos.
&lt;br&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 29 Oct 1999 22:58:59 GMT</pubDate>
    </item>
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